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André Marechal

André Marechal

José André Ramos Silva é Gestor Ambiental, formado no Instituto Federal de Alagoas (IFAL), campus Marechal Deodoro. Atualmente frequenta o Curso de Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

O que será de nós deodorenses? O que será de nós alagoanos?

assaltoilustração

Os últimos acontecimentos ligados a violência na cidade de Marechal Deodoro, tem tirado sossego da população e trazido a tona algumas situações pertinentes a segurança pública. Ou pelo menos a falta dela.

Estamos vivenciando um avanço crescente da violência em todo estado de Alagoas, líder absoluto no ranking neste segmento, o que nos envergonha e nos traz muito descontentamento com tal situação.

Afora isso, ainda estamos convivendo cada vez mais com o medo de sairmos as ruas. De deixar nossos filhos se deslocarem para a escola sem que haja o medo e o receio de que sejam as próximas vítimas, de se deslocarem até a igreja, ou para ir a algum evento social, tamanha a falta de segurança pelas ruas da nossa cidade.

Essa violência não está mais escolhendo classe social, raça ou área habitacional A ou B. Aliás, há muito tempo a periferia vem deixando de ser a chamada “área crítica” nos municípios.

Os próprios centros comerciais e financeiros já registram ocorrências policiais relacionadas a roubos e assassinatos a qualquer hora do dia.

Um bom exemplo é o nosso município, onde indivíduos armados não exitam em assaltar quem quer que seja. Um exemplo disso aconteceu na semana passada, quando um jovem foi assalto ao lado do espaço cultural as 10:00 horas da manhã, quando havia acabado de sacar a aposentadoria do avô e um outro jovem que estava em uma sorveteria na orla lagunar, também foi vítima de indivíduos armados que lhe levaram seus pertences.

Se formos aqui relatar essas ações criminosas teríamos que escrever um livro. Mais como eu sempre costumo dizer aos amigos, a nossa situação atual é a seguinte: É cada um por si e Deus por todos. Infelizmente.

4 Comentários

  1. Eudócia disse:

    MARECHAL DEODORO TEM AGORA “TOQUE DE RECOLHER”… SE NÃO CUMPRIR, É POR SUA CONTA E RISCO!!! É DESCEPCIONANTE, HORRORIZANTE, ASSUSTADORA…A SITUAÇÃO QUE ESTAMOS VIVENDO. SERÁ QUE ALGUÉM LEMBRA COMO ERA MARECHAL SEM A PRESENÇA DE DROGAS? EU NÃO DIRIA NEM QUE PRECISAMOS MAIS DE SEGURANÇA NO SENTIDO DE RECURSOS HUMANOS, PRECISAMOS DO CONJUNTO DE AÇÕES: POLÍTICAS PÚBLICAS + AÇÕES EFETIVAS + PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE, SÓ ASSIM CONSEGUIREMOS MUDAR ESSE CENÁRIO. AS AUTORIDADES PODEM CONTAR COM O APOIO DA SOCIEDADE DEODORENSE PARA LIVRAR NOSSA CIDADE DA ROTA DAS DROGAS, SÃO ELAS QUE TEM TIRADO A PAZ DESSA CIDADE. AS IGREJAS: CATÓLICAS, EVANGÉLICAS, PROTESTANTE, ENFIM… QUALQUER PASTORAL, CEITA DARÁ APOIO, POIS QUEREM PAZ, TRANQUILIDADE, SOSSEGO DE VOLTA PARA SEU LAR, SUA FAMÍLIA, PARA A CIDADE.

  2. marcia eloy disse:

    andré faz uma enquete no site com a seguite pergunta: “você é a favor do toque de recolher em nossa cidade?” tipo:a partir das dez horas da noite,é proibido sair às ruas de marechal deodoro, por motivo de segurança.

  3. anonimo disse:

    existe sim uma solução, marechal deodoro sótem a policia preventiva q faz seus serviços de acordo com suas condições, agora a policia civil ou a investigativa não existe, o prefeito ou as altoridades competente ñ estando condições nem efetivo o suficiente p/ trabalhar. vamos focar em qem investiga os casos e vcs vão ver que as coisas mudarão.

  4. Bepe Luna disse:

    Se a Policia não nos protege, então vamos voltar aos velhos tempos, vamos nos proteger. Bandido bom é bandido MORTO.

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