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Blog Ecos Deodorense

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É um criação do professor e historiador deodorense Sebastião Heleno, exímio conhecedor da cultura alagoana e brasileira.

A guerra entre Brasil e Paraguai

Reprodução.

Em 1865, Solano Lopes ditador paraguaio conhecido na história como portador de sentimentos perversos: prepotente, arrogante e extremamente violento;aprisionou o navio brasileiro Marquês de Olinda quando a embarcação navegava com destino a Mato Grosso. No mesmo ano, invadiu com suas tropas as Províncias de Mato Grosso e Rio Grande do Sul, após haver praticado outros atos contra a soberania do nosso país, isto sem receber a menor ofensa por parte do Brasil.

Com a sucessão dos fatos provocados pelo ditador paraguaio, o povo brasileiro, com o seu sentimento de soberania e patriotismo, se revoltou e fez com que o Império recorresse ao recrutamento de jovens brasileiros nas cidades. “Voluntários da Pátria” foi a expressão maior do dever cívico da nossa gente.

Em agosto de 1865 começava a guerra entre Brasil e Paraguai. Durante os cinco anos de conflito, Alagoas esteve presente nos campos de batalha no Paraguai com 3.578 homens. Entre eles: Hermes da Fonseca, Severiano da Fonseca, Deodoro da Fonseca, Hipólito da Fonseca, Emiliano da Fonseca, Eduardo da Fonseca, Floriano Peixoto, Gabino Besouro, Roberto Ferreira e Virginio Napoleão, militares que atingiram por ato de bravura e merecimento os mais altos postos da carreira militar no Exército Brasileiro.

O Brasil mandou aproximadamente 160.000 brasileiros, morrendo cerca de 50.000 pessoas não só em combate como também por doenças, principalmente o cólera,nesta guerra.Do lado paraguaio foram enviados 175.000 homens dos quais morreram 80.000 até o término da guerra com a morte do ditador Solano Lopes, em 1870. Muitos brasileiros voltaram doentes e mutilados, invalidando-se para outras profissões, e os que lá ficaram morreram heroicamente pelo Brasil.

Com a guerra do Paraguai nosso conterrâneo e patrono de nossa cidade, Marechal Deodoro tornou-se o maior líder do Exercito Brasileiro e o futuro lhe reservava um destino glorioso! Proclamar a República do Brasil.

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