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05-12-2018 às 05:12

Justiça determina prisão preventiva de acusado de introduzir cabo de vassoura em vagina de companheira

O juiz Wilamo de Omena Lopes decidiu, nesta terça-feira, 04, converter a prisão em flagrante de Manoel Messias Gonçalo da Silva, acusado de espancar e introduzir um cabo de vassoura na vagina da companheira, em prisão preventiva.

Nesta manhã, o acusado participou, junto com o Ministério Público e o advogado de defesa, da audiência de custódia na Vara Plantonista da 5ª Circunscrição. Após Manoel Messias ser ouvido, o magistrado decidiu mantê-lo preso após as declarações da médica que atendeu a vítima.

“A prisão preventiva se faz necessária para a garantia da ordem pública. Consoante o auto de prisão em flagrante, os policiais que prenderam o conduzido, receberam uma ligação da médica plantonista do Hospital local, alegando que a vítima havia sido espancada com socos e que foi introduzido um cabo de vassoura na vagina dela. Consoante declaração de fl.04, ‘a vítima falou para a médica, que quem provocou as agressões foi seu próprio companheiro’. Assim, verifico que para manter-se a garantia da ordem pública, a prisão do réu deve ser mantida, tendo em vista as agressões sofridas pela vítima, ora também companheira do custodiado. Posto isso, com fulcro nos artigos 311, 312 e 313, todos do CPP, converto a prisão em flagrante de Manoel Messias Gonçalo da Silva, devidamente qualificado, em prisão preventiva, mantendo o flagrado recolhido no local em que se encontra”, diz o juiz.

Na noite de ontem (03), a mulher, que teve a identidade preservada, foi levada ao Hospital Geral do Estado (HGE) após ser sido agredida e ter um cabo de vassoura introduzido em sua vagina. Após os primeiros procedimentos no HGE, a mulher foi transferida a Maternidade Santa Mônica, onde segue internada.

De acordo com informações da assessoria de comunicação da maternidade, a paciente está sendo acompanhada pela equipe multiprofissional da Santa Mônica e não há previsão de alta.

Confira a nota da Maternidade Santa Mônica na íntegra:

A paciente recebeu o primeiro atendimento no Hospital Geral do Estado (HGE). Chegou na Maternidade Escola Santa Mônica (MESM) no final da tarde desta segunda-feira (03) e continua até o momento sendo acompanhada por nossa equipe multiprofissional.
Não há previsão de alta. O acompanhamento oferecido é médico, psicólogico e social (realizado pelo Serviço Social da Maternidade).

A unidade não foi autorizada a informar mais detalhes em virtude do sigilo médico/paciente, sigilo do prontuário e proteção da vítima.

logo após os primeiros procedimentos ela foi transferida para a Maternidade Escola Santa Mônica para um atendimento especializado.

AL24hs

1 Comentário

  1. Gente como é que esse monstro pratica um ato desse e ainda tem o direito de defensor público, isso é uma grande vergonha, é preciso que acabe com essas regalias desses bandidos que fazem coisas desse tipo e ainda tem direito a defensor público, eu fico revoltado como é que uma pessoa passa de 4 a 5 anos em uma faculdade aprendendo para defender bandido, vão procurar um lavado de roupas, bando de desocupados.

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