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Restaurante faz caipirinha de 600 litros para entrar no ‘Guinness’

Uma mistura de 22 litros de cachaça, 60 quilos de limão, 45 quilos de açúcar e 350 quilos de gelo. Essa foi a receita feita por um grupo de Alagoas para preparar, segundo eles, o que seria a maior caipirinha do mundo, com 600 litros. A preparação aconteceu neste domingo (23), em um restaurante no município de Paripueira, que fica no litoral Norte do estado. O objetivo do grupo é quebrar a marca da maior caipirinha do mundo, atingindo o recorde mundial registrado pelo Guinness – o livro dos recordes.

Cerca de 10 pessoas participaram da preparação do tradicional drinque brasileiro. Eles se distribuíram no corte do limão, na batida da fruta no pilão com o acréscimo açúcar e por fim na mistura com a cachaça, que foi mexida em uma caixa d’água de 600 litros.

Drink típico do Brasil foi preparado dentro de uma caixa de água de 600 litros (Foto: Carolina Sanches/G1)

Drink típico do Brasil foi preparado dentro de uma caixa de água de 600 litros (Foto: Carolina Sanches/G1)

O evento atraiu muitos clientes, convidados e conhecidos do estabelecimento, que estiveram no local para testemunhar o preparo e desgutar o drink típico do Brasil. O recorde atual é de 500 litros da bebida, que pode ser quebrado se for aceito pelo Guinness.

Um dos idealizadores, o músico Beto Bahia, explicou que a ideia surgiu por acaso através de uma conversa entre amigos. Ele já possui o recorde do maior número de pessoas passando loção bronzeadora em uma praia. “Fiz a inscrição no Guinness e programamos uma data para o evento. Como não teve como trazer ninguém do livro, nós fizemos todas as imagens da preparação, sem cortes e com contagem de tempo”, falou.

Equipe cortou centenas de limões para o preparo da bebida em Paripueira. (Foto: Carolina Sanches/G1)

Equipe cortou centenas de limões para o preparo da bebida em Paripueira. (Foto: Carolina Sanches/G1)

Bahia explicou ainda que o material será encaminhado para a organização do Guinness, que deve dar uma resposta em um prazo de três meses. “Será analisado o preparo e o tempo também. É uma análise bem criteriosa, por isso nos preparamos antes para fazer a caipirinha. Além de ser um trabalho em grupo que nos dá prazer, é um atrativo para o restaurante”, falou.

Depois de pronta, a caipirinha foi distribuída para o público, que elogiou a bebida. “Sou acostumada a tomar caipirinha e garanto que essa que foi feita não deixa a desejar. É original mesmo e surpreende pela quantidade”, ressaltou a autônoma Maria Aparecida dos Santos.

Fonte: G1

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