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Financiamento do Minha Casa, Minha Vida terá juro menor

O governo deve anunciar nos próximos dias mais uma redução de juros para o programa Minha Casa, Minha Vida. O Ministério das Cidades vai propor, na reunião do Conselho Curador do FGTS, depois de amanhã, o corte de 8,16% para 7,16% ao ano nos juros para a faixa 3 do programa – que atende pessoas com renda de R$ 3.100,01 a R$ 5.000. A informação foi dada ontem pelo presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Jorge Hereda, e confirmada pelo ministério:

– O governo está propondo ajuste tanto na tabela de juros, quanto no limite de subsídio e nos limites por estado. Essa tabela está sendo discutida no Ministério das Cidades com o Conselho Curador do FGTS.

Segundo ele, em outubro o Minha Casa, Minha Vida deve chegar a dois milhões de habitações contratadas, sendo que mais de um milhão entregues. Há ainda outras 680 mil casas em fase de construção. Desse total, entre 95% e 99% são administrados pela Caixa:

– Temos conseguido manter um crescimento no crédito do Minha Casa, Minha Vida.

Crédito deve crescer 42%
O banco informou que pretende fechar o ano com R$ 100 bilhões em operações para o crédito imobiliário, contra concessões de R$ 80 bilhões no ano passado. A meta da Caixa é que a carteira de crédito do banco cresça 42%, neste ano, e 40%, em 2013 – bem acima da média das instituições privadas, em torno de 15%. Esse crescimento será possível em parte graças ao aporte de R$ 13 bilhões feito pelo Tesouro na semana passada. Hereda disse que o banco também busca fontes de financiamento para suas operações no exterior.

Parte do atendimento ao novo público será feito por meio da expansão física do banco, que pretende abrir mais duas mil agências até o fim de 2014 e contratar mais 12 mil funcionários até o ano que vem.

A Caixa lançou ontem a linha de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa) para projetos do setor público e privado no país. O banco oferecerá R$ 6 bilhões para esses empréstimos, que terão prazo de até 20 anos para serem amortizados, com até cinco anos de carência.

Fonte: O Globo

1 Comentário

  1. LILLYANE disse:

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