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04-07-2018 às 16:07

PC vai ouvir 25 militares sobre abordagem a jovem encontrado morto em Marechal

Corpo de Alberto Luiz foi localizado em canavial de Marechal Deodoro, em março deste ano, após abordagem por guarnições da PM

Alberto desapareceu em março e corpo foi encontrado em Marechal Deodoro
FOTO: ARQUIVO

Polícia Civil avança no inquérito que investiga a morte de Alberto Luiz Monteiro Xavier Lins, 18 anos. Em março, o jovem desapareceu após ser abordado por guarnições da Polícia Militar, com o corpo sendo encontrado dias depois, em canavial de Marechal Deodoro, município da região metropolitana de Maceió.

E a próxima semana deve ser decisiva, já que o delegado Manoel Wanderley, conforme relato à Gazetaweb, vai começar a ouvir os militares envolvidos na ocorrência. A previsão é de que 25 policiais – sendo quatro oficiais da PM -, que estavam em cinco viaturas, prestem esclarecimento sobre o caso.

“São cinco viaturas envolvidas. Ainda aguardo o laudo cadavérico da vítima. É importantíssimo para o caso porque vai dizer a causa da morte. Foram cinco viaturas acionadas porque uma guarnição pediu apoio, que, por sua vez, solicitou reforço às outras, achando que havia um confronto. A Polícia Civil, inclusive, já tem informações sobre um desentendimento de um cabo da PM com o Adalberto [irmão de Alberto, que também foi assassinado]”, explicou o delegado.

A Polícia Civil quer saber porque Alberto foi abordado, já que não existia nenhuma acusação contra o jovem. A Corregedoria da Polícia Militar de Alagoas já havia confirmado que policiais militares estiveram na casa da vítima no mesmo dia em que ele foi visto pela última vez, na Serraria, em Maceió.

O corpo do irmão Adalberto, por sua vez, foi encontrado no dia 14 do mês passado, no bairro Antares. Segundo a Polícia Civil, ele era traficante de drogas e vinha sendo investigado pela equipe do delegado Ronilson Medeiros, da Delegacia de Homicídios.

“Temos que seguir apurando os fatos com calma. Não podemos acusar quem não tem envolvimento. Por isso mesmo é que vamos ouvir todo mundo. O Ministério Público e a Corregedoria da PM estão acompanhando o caso”, acrescentou Manoel Wanderley.

Gazetaweb

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Marechal Notícias