Um casal foi condenado pelo Tribunal do Júri pela morte da própria filha recém-nascida no município de Sério, no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul. O julgamento começou na terça-feira (24/3) e terminou na madrugada desta quarta-feira (25/3), no Fórum de Lajeado.
A mãe foi sentenciada a 32 anos e 1 mês de prisão, enquanto o pai recebeu pena de 28 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão. Os dois deverão cumprir pena em regime fechado.
O crime ocorreu entre a noite de 12 de setembro de 2024 e a madrugada do dia 13, dentro da casa onde o casal morava. De acordo com a investigação, a criança foi morta logo após o nascimento. Após o crime, o corpo da recém-nascida foi escondido dentro da residência. Entre os dias 13 e 14 de setembro, os pais levaram o corpo para uma área de mata próxima a um lixão, onde tentaram incinerar os restos mortais para ocultar o crime.
Os laudos periciais apontaram que a bebê nasceu com vida, mas foi morta por um corte profundo no pescoço feito com uma faca de cozinha. A arma foi apreendida no banheiro da casa do casal.
Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), os pais foram condenados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Os jurados reconheceram as qualificadoras de motivo torpe e fútil, emprego de meio cruel e crime cometido contra menor de 14 anos, além do fato de os acusados serem os pais da vítima.
Os laudos periciais apontaram que a bebê nasceu com vida, mas foi morta por um corte profundo no pescoço feito com uma faca de cozinha. A arma foi apreendida no banheiro da casa do casal.
Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), os pais foram condenados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Os jurados reconheceram as qualificadoras de motivo torpe e fútil, emprego de meio cruel e crime cometido contra menor de 14 anos, além do fato de os acusados serem os pais da vítima.
Os réus estavam presos preventivamente desde janeiro de 2025, após pedido do Ministério Público na denúncia. Durante o julgamento, também foi reconhecida a atenuante da menoridade, já que ambos tinham 19 anos na época do crime, além da confissão do pai sobre a ocultação do cadáver.

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