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AL terá mais de R$ 63 milhões para melhorar acesso à água no semiárido

 

Cisternas ajudam os sertanejos a conviver com a estiagem no semiárido (Foto: Jonathan Lins/G1)

Cisternas ajudam os sertanejos a conviver com a
estiagem no semiárido (Foto: Jonathan Lins/G1)

Entre 2014 e 2015, o estado de Alagoas deve receber investimentos na ordem de R$ 63,6 milhões para melhorar o acesso a água no semiárido. A estimativa, que pretende ampliar a construção de cisternas para armazenamento de água para o consumo humano e tecnologia para produção agrícola, é do Ministério do desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

De acordo com a instituição, por meios dos convênios firmados em 2013, Alagoas terá disponível R$ 7,5 milhões para construção de 2.597 cisternas, e mais de R$ 55 milhões para a implantação de 4.909 projetos de tecnologias sociais que auxiliam a produção.

Para o consumo das famílias, serão construídas cisternas de placa de cimento, com capacidade para abastecer uma família com cinco pessoas por até 8 meses. As tecnologias de apoio à produção agrícola podem ser cisternas do tipo calçadão, de enxurrada, telhadão ou aprisco, além de barragens subterrâneas, barreiros lonados e barreiros trincheira.

Realizadas a partir do novo marco legal do Programa Cisternas, estas contratações aumentarão, segundo o MDS, a capacidade operacional e de execução dos recursos. Desde o fim de 2013, foi autorizada a dispensa de licitação para entidades sem fins lucrativos já credenciadas por cinco anos pelo ministério para implantação do programa.

Os convênios foram realizados a partir de projetos e valores por unidade entregue. Além do processo mais simplificado, é possível acompanhar online a execução da entrega das cisternas e, ao mesmo tempo, localizá-las por meio de uma ferramenta de georreferenciamento na internet.

“Com o novo marco legal e com esse montante de investimentos, aumentamos a abrangência do atendimento, o que permite que mais famílias tenham acesso à água, e damos um passo para uma transição: estamos buscando a universalização das cisternas e ampliando consideravelmente a ação de construção de tecnologias de apoio à produção agrícola”, explica o coordenador-geral de Acesso à Água do MDS, Igor Arsky.

Fonte: G1

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