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Em protesto contra morte de PM, RP e Batalhão Escolar param nesta quarta-feira

Militares se reuniram na tarde desta terça-feira

Militares se reuniram na tarde desta terça-feira

Membros de associações militares se reuniram, na tarde desta terça-feira (10) para cobrar melhores condições de trabalho. A reunião foi motivada pelo assassinato do soldado Ivaldo Pereira, na cidade de Porto de Pedras.

Os policiais afirmaram que vão solicitar que o Governo do estado retire os cerca de 500 militares lotados em assessoria e os deixe à disposição do serviço nas ruas. A categoria quer ainda a escala de três dias de folga para cada 24 horas trabalhadas. Além disso, os PMs disseram somente trabalharão em locais em que haja, no mínimo, dois policiais de serviço.

Na assembleia os militares votaram pela paralisação, na quarta-feira (11) das atividades das equipes da Rádio Patrulha e do Batalhão de Policiamento Escolar.

“A vontade é de fechar o estado, ninguém entra e ninguém sai. Nós podemos mudar a situação da segurança pública no estado. Não vamos admitir que um civil mande na PM, não somos subservientes ao Governo”, afirmou o coronel Ivon Berto.

Já o cabo Wagner Simas afirmou que o assassinato de Pereira desmoralizou a Polícia Militar.

Na assembleia os militares levaram um caixão coberto com a bandeira de Alagoas para fazer o cortejo fúnebre até o Palácio República dos Palmares.

O caso

O soldado Ivaldo Pereira, 30, foi assassinado a tiros, na madrugada dessa segunda-feira (09). Criminosos, que haviam tentado arrombar um caixa eletrônico, foram até o Grupamento da Polícia Militar (GPM) de Porto de Pedras e fizeram Ivaldo, que estava de plantão no local, refém. Durante a invasão, a quadrilha roubou armas, coletes à prova de bala, computadores e outros objetos da unidade.Os bandidos deixaram o GPM, levaram Ivaldo e o executaram.

Fonte: Cada Minuto

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