
A Polícia Civil do Paraná prendeu, na quarta-feira, dia 24, em Sarandi, interior do estado, um homem acusado por matar o próprio irmão em Alagoas. O crime ocorreu no dia 31 de janeiro de 2026, no município de Pilar, e o autor estava foragido desde então.
A captura foi realizada por agentes da Delegacia de Polícia de Sarandi em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça alagoana.
De acordo com as investigações conduzidas pela Polícia Civil de Alagoas, a vítima tinha 29 anos. Logo após o homicídio, o irmão da vítima fugiu da região e passou a ser procurado. A localização do individuo foi possível após uma troca de informações de inteligência e diligências conjuntas entre as policiais civis dos dois estados.
Depois de ser localizado e detido pelas equipes policiais em Sarandi, o homem foi levado para a delegacia local, onde foram adotados todos os procedimentos legais. O preso será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.
Em nota, a Delegacia de Polícia de Sarandi destacou que mantém uma atuação contínua para evitar que o município paranaense seja utilizado como esconderijo por pessoas procuradas em outras regiões do país, reforçando o compromisso de cooperar com a Justiça de outros estados para combater a impunidade.
O CRIME
A Polícia Civil de Alagoas instaurou inquérito policial para apurar as circunstâncias do homicídio de Anderson Júlio da Silva, de 29 anos, ocorrido em 31 de janeiro, no município de Pilar.
A investigação está sob responsabilidade da equipe do 10º Segmento da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), coordenada pela delegada Juliane Santos.
Desde a comunicação do crime, diversas providências investigativas foram imediatamente adotadas. A equipe de atendimento ao local de crime esteve no hospital onde a vítima foi socorrida, realizando os primeiros levantamentos, registros iniciais e a coleta de informações médicas relevantes para o inquérito.
Na sequência, os policiais civis se deslocaram até o local onde o fato ocorreu, onde foram feitos levantamentos sobre a dinâmica do homicídio, além da oitiva de familiares e testemunhas. O autor do crime foi identificado, mas conseguiu fugir logo após o ocorrido, tomando destino, até então, desconhecido.

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